Primeiros Passos
Para iniciar a integração com o ContractFlow, é necessário estruturar alguns elementos técnicos e operacionais. As etapas abaixo descrevem o fluxo recomendado.
1. Obter a chave de API
A autenticação nas APIs do ContractFlow é realizada por meio de uma chave de API associada a uma tenant.
O que fazer:
-
Gerar a chave de API em:
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Access Management → API Keys
-
-
Armazenar a chave em local seguro (ex: cofre de segredos)
Consulte:
Adicionar Chave de APIBoas práticas:
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Não expor a chave em código-fonte
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Utilizar variáveis de ambiente
-
Implementar rotação periódica da chave
2. Identificar o ambiente
A integração pode ser realizada em dois ambientes:
Homologação
-
Utilizado para testes e validação
Produção
-
Utilizado para operação real
Consulte
Ambientes e URLs3. Validar acesso às APIs
Antes de implementar a integração completa, é recomendado validar o acesso às APIs.
O que fazer:
-
Realizar uma requisição simples autenticada
-
Validar resposta da API (sucesso ou erro esperado)
Exemplo Rápido:
curl -X GET "https://api-{url-base}/integration/health-check" \
-H "x-api-key: api_key" \
-H "x-api-secret: api_secret"
Objetivo:
-
Validar credenciais
-
Confirmar a comunicação com o ambiente
-
Garantir que não há bloqueios de rede (firewall, proxy, etc.)
4. Definir escopo da integração
Nem todas as rotas precisam ser integradas. É necessário definir claramente o escopo.
O que definir:
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Quais entidades serão integradas:
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Fornecedores
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Contratos
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Prestadores (Outsourced Employees)
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Alocações
-
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Tipo de integração:
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Apenas envio de dados
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Apenas consulta
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Integração bidirecional
-
Ponto crítico:
Definir qual sistema será o source of truth para cada entidade.
Exemplo:
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RH → membros
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ERP/SRM → fornecedores
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ContractFlow → status operacional e governança de prestadores
5. Mapear dados
Essa é uma das etapas mais críticas da integração.
O que fazer:
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Mapear os campos do sistema origem com os campos do ContractFlow
-
Definir transformações necessárias (ex: formatos de data, códigos, enums)
Pontos obrigatórios:
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Definir um identificador único por entidade (externalId, por exemplo)
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Garantir consistência entre sistemas
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Tratar diferenças de estrutura (normalização)
Riscos comuns:
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Duplicidade de registros
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Dados inconsistentes
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Perda de vínculo entre entidades
6. Definir ordem de integração
As entidades do ContractFlow possuem dependências entre si.
Exemplo de ordem recomendada:
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Membro
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Fornecedor
-
Contrato
-
Prestador
-
Alocação
Por quê:
Uma alocação depende de:
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Um prestador existente
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Um contrato associado
Boa prática:
Implementar validações antes do envio para evitar erros de dependência.
7. Implementar integração
Com o escopo e mapeamento definidos, inicia-se a implementação técnica.
O que implementar:
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Chamadas às APIs (POST/PUT/GET)
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Inclusão da chave de API no header
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Serialização dos dados em JSON
Capacidades recomendadas:
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Tratamento de erros (HTTP e validação)
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Retry automático em falhas transitórias
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Controle de logs para rastreabilidade
8. Validar em ambiente de homologação
Antes da entrada em produção, a integração deve ser validada.
O que testar:
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Criação completa de entidades
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Atualizações
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Cenários de erro
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Consistência dos dados
Objetivo:
Garantir que a integração está:
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Correta
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Estável
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Aderente às regras de negócio
9. Publicar em produção e monitorar
Após validação, a integração pode ser ativada em produção.
O que monitorar:
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Volume de requisições
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Taxa de erro
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Tempo de resposta
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Consistência dos dados integrados
Boa prática:
Implementar alertas para falhas críticas.